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A Vogue Britânica em parceria com o YouTube, deram início a uma nova série de masterclasses, a Vogue Visionaries, onde especialistas do mundo da moda, beleza, música e muito mais, compartilham suas palavras de sabedoria e conselhos sobre como ter sucesso em seu campo escolhido. Dividido em cinco capítulos, Naomi Scott aborda seus primeiros passos na indústria, como se dar bem em uma audição, seus papéis determinantes, como lidar com as críticas e os conselhos que ela daria ao seu ‘eu’ mais jovem.

Para quem quer começar a atuar, a aula de Naomi Scott é cheia de anedotas perspicazes e dicas valiosas para aspirantes a artistas. De seus dias cantando no coro da igreja até sua primeira audição (para um comercial de seguro holandês), Scott revela como ser notada, as habilidades necessárias para uma self-tape de sucesso e como lidar com a síndrome do impostor.

O Naomi Scott Brasil decidiu transcrever cada capítulo e fazer da aula da Naomi para o Vogue Visionaries um especial.

CAPÍTULO CINCO – NOTAS PARA O MEU ‘EU’ MAIS JOVEM

Notas para o meu ‘eu’ mais jovem seriam… primeiro: defina o que o sucesso é para você. Lembre-se disso, o máximo que puder, para que cada passo que você tome, cada escolha que você faça, te aproxime do que é esse objetivo. E então, ligado a isso, o sucesso não é o que você faz, mas sim quem você é. E isso é algo que é muito importante. Faz de você uma artista melhor, para enxergar como algo mais holístico, ao contrário de ser só sobre o que você pode conseguir disso ou quanto dinheiro você vai receber ou qualquer outra coisa. Não que essas coisas sejam ruins. Sempre seja curiosa e continue aprendendo. Não fuja das coisas nas quais você não é boa. Vá para elas. E tudo o que você está construindo ou tudo o que está fazendo, tudo no que você está trabalhando é para ser compartilhado. E quando você muda essa perspectiva, eu acho que transforma tudo, todas as escolhas que você faz.

Eu sou a Naomi Scott. Esse foi o ‘Vogue Visionários’. Espero que tenham aproveitado, espero que tenha ajudado de alguma forma.


Fonte: Vogue Britânica
Tradução & Adaptação: Equipe Naomi Scott Brasil


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Você já sentiu como se houvessem várias pessoas na sua cabeça, constantemente discutindo sobre como você deveria pensar ou agir? Se sim, talvez você veja — ou melhor, escute — a si mesma em Soft Voice, um novo podcast de comédia e suspense sombrio que transforma muitas das convenções de experiência de áudio ao colocar o ouvinte no papel de protagonista. Em Soft Voice, uma jovem agente estatal (Naomi Scott) negocia a sua vida com Soft Voice (Bel Powley) e Dark Voice (Olivia Cooke), duas forças internas que a influenciam ao reprimir seus desejos e satisfazê-los imprudentemente. A experiência de escutar Lydia conforme ela tenta apaziguar essas vozes é tanto desconcertante quanto poderosa.

Essa semana, a Vogue conversou com Powley, Scott e Cooke por telefone para discutir sobre Soft Voice, sobre trabalho remoto, e seus podcasts favoritos. Veja a conversa completa a seguir.

Vogue: Onde vocês três estão vivendo?

Olivia Cooke: Estamos todas em Londres no momento.

Como tem sido esse último ano para vocês? Quer dizer, difícil, claro, mas…

Cooke: Estou feliz que esteja acabando, é o que eu posso dizer.

Naomi Scott: Eu passei por altos e baixos.

Bel Powley: Bom, nós conseguimos fazer esse podcast durante a quarentena, então pelo menos fizemos alguma coisa!

Scott: Ah, falando nisso… parabéns, Olivia, por Sound of Metal, que acabou de ser nomeado ao Oscar!

Sim, isso é tão empolgante! Parabéns, Olivia.

Cooke: [Gargalha.] Obrigada!

Powley: Ela é muito humilde, mas ela é brilhante.

Scott: Eu estou obcecada por você nesse filme.

Podem me contar um pouco sobre como Soft Voice surgiu?

Cooke: Bom, James Bloor, que escreveu e criou Soft Voice, teve a ideia há alguns anos. Somos amigos há um bom tempo e quando ele me contou sobre o podcast que ele estava criando — nos primórdios dos podcasts narrativos que não eram sobre crimes verídicos ou entrevistas — ele soou muito interessante, porque era tudo sobre consciência e a ideia de um anjinho e um diabinho nos seus ombros.

Scott: James tem uma voz singular em sua escrita, e o tom é tão divertido e específico e meio Britânico também, o que eu adoro.

Powley: A Olivia e a Naomi já estavam no projeto quando eu cheguei, o que imediatamente chamou minha atenção, porque elas são duas atrizes que eu respeito e amo e queria trabalhar com elas de qualquer forma. Eu nunca li uma série tão rápido; eu realmente sentei no chão do meu quarto por três horas lendo, e eu fiquei obcecada imediatamente. É um mistério que não dá pra piscar… ou, eu acho que você estará escutando, então não dá para parar de ouvir. [Gargalha.]

Como foi trabalhar juntas desse jeito tão único e remoto?

Powley: Foi basicamente tudo feito de dentro dos nossos quartos! Foi na primeira vez que eu encontrei com a Naomi, e estávamos atuando juntas pelo Zoom. A Naomi estava gravando por muito mais tempo quando eu entrei, e ela sabia todo o linguajar: Quando eu devo desligar meu Zoom? No que eu não devo tocar? Ela realmente me treinou pelo negócio, mas provavelmente teria sido mais divertido se pudéssemos ter estado juntas.

Quais são os podcasts que ajudaram vocês durante esse ano pesado?

Cooke: Eu sinto que tudo o que eu faço é escutar podcasts, especialmente na quarentena, para evitar de pensar em qualquer outra coisa que esteja acontecendo em minha vida. Nós temos um comediante no Reino Unido chamado Alan Carr, e ele acabou de lançar um podcast de viagem chamado Life’s a Beach. É uma série que alterna entrevistas com celebridades sobre as férias de infância, em quais merdas eles se meteram, todo o romance… é tão bom.

Powley: Eu escuto o The Adam Buxton Podcast, ele é outro comediante que eu gosto. Grounded With Louis Theroux também é fantástico; e a entrevista dele com a Michaela Coel é ótima.

Scott: Eu ouço esse podcast chamado Conflicted, que é basicamente sobre um ex-jihadi que se tornou um espião do MI6 e um frade aposentado tentando explicar as nuances dos conflitos no Oriente Médio. Eu não escuto tantos podcasts, mas esse é muito bom e complexo. Table Manners, com Jessie Ware e sua mãe, é um que eu não pensei que fosse amar!


Fonte: VOGUE
Tradução & Adaptação: Equipe Naomi Scott Brasil


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A Vogue Britânica em parceria com o YouTube, deram início a uma nova série de masterclasses, a Vogue Visionaries, onde especialistas do mundo da moda, beleza, música e muito mais, compartilham suas palavras de sabedoria e conselhos sobre como ter sucesso em seu campo escolhido. Dividido em cinco capítulos, Naomi Scott aborda seus primeiros passos na indústria, como se dar bem em uma audição, seus papéis determinantes, como lidar com as críticas e os conselhos que ela daria ao seu ‘eu’ mais jovem.

Para quem quer começar a atuar, a aula de Naomi Scott é cheia de anedotas perspicazes e dicas valiosas para aspirantes a artistas. De seus dias cantando no coro da igreja até sua primeira audição (para um comercial de seguro holandês), Scott revela como ser notada, as habilidades necessárias para uma self-tape de sucesso e como lidar com a síndrome do impostor.

O Naomi Scott Brasil decidiu transcrever cada capítulo e fazer da aula da Naomi para o Vogue Visionaries um especial.

CAPÍTULO QUATRO – LIDANDO COM CRÍTICAS E ENCONTRANDO APOIO

É como uma pergunta de um milhão de dólares, “qual a sua relação com as redes sociais?”. No momento eu sinto que têm me perguntado muito isso. E existem algumas regras que eu gosto de tentar seguir. Bem simples. Uma é: sem celular no quarto. Não olhar o telefone como a primeira coisa do dia, então tentar fazer outras coisas como yoga ou meditação… isso me faz soar como uma pessoa tão equilibrada. A outra coisa é tentar não ler os comentários. Sabe, um por um, especialmente quando você está nos olhos do público. Não procurar o que as pessoas estão dizendo sobre você. E eu digo isso porque é muito difícil não fazer isso às vezes. E se eu for realmente sincera, eu já fiz isso. Eu fiz isso porque eu queria ver o que as pessoas estavam falando sobre mim, mas na verdade isso vem de você querer que seu próprio ego seja inflado. Você quer ver se as pessoas estão falando coisas legais sobre você e validando a sua beleza ou seu sucesso ou seja lá o que. E o real problema disso é que não é real, entende? Não é… existe um enorme intervalo, essas pessoas não sabem de verdade quem você é e mesmo assim você está dando tanta voz para eles e tanto palco e só está ferindo você.

Quanto mais tempo passamos nisso, e isso sou eu falando pra mim mesma, quanto mais tempo eu passo fazendo isso, menos tempo eu tenho para criar e construir aquilo que eu realmente quero construir ou caminhar na direção dos objetivos, ir na direção daquilo que eu quero ser, e eu acho que é irônico que possamos passar tanto tempo nos comparando com alguém nas redes sociais e ficamos ‘ah, é isso que eu quero ser’, e tudo o que isso está fazendo é arrancar o tempo que poderia ser usado para você virar a pessoa que você verdadeiramente quer ser. Particularmente, como eu silencio meu criticismo no momento… perspectiva, né. Eu acho que às vezes existem momentos, momentos de silêncio e solidão e eu não quero dizer como “desculpa, eu tenho que sair por uma hora e ter um pouco de silêncio e solidão” eu só quero dizer: dar a si mesmo cinco minutos, se você tiver um tempinho vá para o banheiro. Respirar fundo e pensar em algo que esteja fora de onde você está agora. É pra ser como “tá bom, eu posso ser melhor nisso, mas tudo bem, porque é a segunda vez que eu faço um filme, meu segundo filme, é claro que eu não era tão boa.” Sabe, “Foi a segunda vez que eu interpretei um papel desse jeito e aqui está o que eu aprendi com ele”. Seja lá o que for, você vai se sentir mais preenchido quando você se permite aprender sem ser tão rigoroso consigo mesmo.

É tão importante com quem você se cerca porque você meio que vira as pessoas que estão ao seu redor, né, e pessoas que tenham seus melhores interesses de coração serão muito honestas com você. Talvez elas não venham diretamente atrás de você, você sai da cena e alguém “ah esse não foi o seu melhor trabalho” mas alguém que possa ser sincero com você, e também ser sincero quando você está fazendo ser sobre você. Quando, você sabe, você está falando como se o mundo girasse ao seu redor “eu não fui bem, ah, eu não…” e você mergulha nesse tom e vai afundando nesse buraco. Alguém que faça você se tocar, tipo “ei, você nem era a parte importante dessa obra, então nem se preocupe” sabe, alguém que te dê perspectiva.

Sendo uma atriz, parte disso é lidar com a rejeição. É difícil. Mas eu acho que com o passar dos anos eu entendi mais e mais que não é pessoal. Eu entendi isso melhor quando eu experienciei o por trás das câmeras, enquanto falávamos sobre coisas de elenco agora, sobre produção, e entender que nunca é uma questão de “essa pessoa é talentosa e essa não”. São tantos outros fatores levados em consideração ao se fazer um filme ou uma série ou algum material que não têm nada a ver com você. É sobre como você se encaixa no meio dessas peças montáveis. Então seja por eles já terem escolhido outro titular ou algo assim e, você sabe, eles precisam que alguém complemente essa pessoa, então eles precisam de alguém com uma energia muito específica, talvez eles precisem de alguém… quer dizer, às vezes tem a ver sobre a sua altura. São tantas variáveis que interferem, mas isso raramente é sobre suas habilidades. Só tem a ver com, você sabe, você não necessariamente se encaixa naquela versão de contar aquela história e eu não consigo enfatizar o suficiente sobre não ser pessoal.

Agora, eu acho que agora mais do que nunca, eu me alegro com tudo aquilo que eu não consegui. Foram experiências de tantos aprendizados e crescimento para mim que eu olho para trás e penso “minha nossa, que bom que eu passei por isso porque eu aprendi tanto sobre mim” ou eu aprendi a me desapegar de algumas coisas, e sim, eu acho que também molda quem você é como um ator, todas essas coisas. Então nunca… eu sei que é difícil na hora mas nunca negue quão importante essas experiências são para o crescimento, no sentido da rejeição. Mas agora eu também vejo toda oportunidade de audição é uma prática. Conseguindo ou não. É como “legal! Eu posso brincar com uma cena, ter outro alvo”, especialmente se você está entre empregos e você não tem trabalhado há um tempo. É só prática, só está te fazendo melhor. Então veja os testes assim também.


Fonte: Vogue Britânica
Tradução & Adaptação: Equipe Naomi Scott Brasil


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Naomi Scott, Olivia Cooke e Bel Powley são as estrelas e as produtoras executivas da série de podcast chamada Soft Voice. A história acompanha uma jovem mulher (Scott) com uma voz em sua cabeça que diz a ela o que fazer, guiando-a para seu sucesso extraordinário. Um dia, a voz desaparece — e uma nova voz assume. A série de 10 episódios foi criada pelo ator James Bloor (Barkskins).

Confira o resumo do primeiro episódio de Soft Voice.

SOFT VOICE – EPISÓDIO 1

O episódio começa com o anúncio da narradora: “um dia, a Soft Voice sumiu.” Sem nenhuma despedida. Só sumiu, enquanto Lydia, a agente estatal de 25 anos, estava em seu intervalo de almoço. Todos os dias a Soft Voice diria à Lydia qual iogurte lhe traria mais sucesso.

Lydia surpreendia a todos, inclusive ao seu chefe, Trevor, que lia os números e feitos dos agentes mensalmente: e os de Lydia eram extraordinários. A Soft Voice sempre fez Lydia vencer. E vencer era fantástico. Como vencia todas as semanas, recebeu muitas comissões, e no ano anterior ela comprou seu próprio apartamento de um quarto, na Curtain Road, com uma banheira jacuzzi. Mas não era só no emprego que a Soft Voice garantia a vitória de Lydia, e sim em todos os lugares.

Yoga. Cuidar de plantas. Badmington. Ao acordar.

Soft Voice estava lá.

No trabalho voluntário. Na hora de aprender italiano. Tocar um instrumento. “Ela tenta, ela consegue”, é o que a Soft Voice sempre dizia.

Soft Voice também controlava cuidadosamente com quem Lydia iria namorar. Como Lydia acha baristas muito atraentes, a Soft Voice tinha que ser firme sempre que Lydia buscasse um café. Um namorado para Lydia que não fosse nem interessante, nem atraente, para que não a distraísse: Graham. Um advogado que só se comunica por áudios no WhatsApp.

A Soft Voice treinou Lydia através dos anos com a técnica de postergar a recompensa.

“Pode ir a festas quando tiver seu diploma”, “pode fazer compras quando tiver economizado o suficiente para o seu apartamento”, “pode descansar quando terminar tudo”.

A técnica também foi utilizada para a maratona, que está se aproximando, em que a Soft Voice falou para que Lydia comprasse um coelhinho de chocolate, colocando-a sob as condições: “Se você terminar a maratona em menos de 2h22minutos, você pode comer o coelhinho inteiro. Se você terminar a maratona depois desse tempo, terá que jogar o coelho fora”.

A narradora também conta que a Soft Voice conversou com a Lydia pela primeira vez no seu aniversário de quatro anos, enquanto ela alimentava os cachorrinhos.

Soft Voice transformou Lydia numa máquina bem calibrada, aperfeiçoando tudo em sua rotina.

E aos sábados, Soft Voice sempre dizia, que Lydia deveria ir visitar a avó. Sobre a avó, Lydia se sente de duas maneiras: culpada, por ser uma péssima neta, mas incapaz de pedir perdão por sentir medo da morte que se aproxima de sua avó. Ao visitá-la, sua avó não parece lembrar-se de quem Lydia é, mas logo diz ser brincadeira e que pessoas com menos de 80 anos não têm mais senso de humor. E Soft Voice pede que Lydia entregue a garrafa de whisky que trouxe para a avó, pois sabia tirar vantagem para Lydia de qualquer situação. Inclusive diante de um homem difícil que veio revisar o apartamento.

Existem proibições que a Soft Voice colocou: sem rádio, sem meditação guiada e sem podcasts. E a regra de ouro era “se você não sabe a resposta, pergunte para mim”. E Lydia seguia tudo disciplinadamente. Soft Voice sempre disse tudo a Lydia, sempre esteve lá. Mas agora, Lydia se encontrava sozinha, com o estranho som do silêncio. Passados 20 minutos ela chamou a Soft Voice bem baixinho, mas não obteve resposta. Lydia tentou fazer uma pergunta importante para a Soft Voice: “Soft Voice, por que eu preciso comer iogurte? Iogurte não é feito de leite, tirado de vaquinhas bebês que foram mortas?” e sempre que Lydia falava sobre pobres bezerrinhos sendo mortos para fazer iogurte, a Soft Voice dizia “cale a boca e tome o seu iogurte correto ou você vai cometer um erro e será despedida”. Então Lydia pegou o iogurte menos apropriado, de mousse, e mesmo assim a Soft Voice não apareceu. Lydia fugiu da loja, e a Soft Voice não retornou pelo resto da tarde.

As coisas começaram a sair dos trilhos. Ela foi ao Badmington naquela tarde, mas ela errou tudo e acertou acidentalmente sua colega.

Ao chegar em casa ela tentou se acalmar com yoga, mas acabou com um nariz sangrando. Tentou praticar música, italiano. Fez de tudo e nada da Soft Voice. O telefone fixo tocou e era o homem da revisão do apartamento. Sem Soft Voice, ela perde a oferta.

No fim de semana ela não visitou sua avó. Ela não foi para o trabalho voluntário. Ela ignorou os áudios de Graham. Soft Voice não estava lá para dizer “ela tenta, ela consegue”. Lydia pegou o coelhinho de chocolate na cozinha, faltando uma semana para a maratona, e implorou que a Soft Voice dissesse algo, comendo o coelho de Páscoa.

Lydia conseguiu um total de zero vendas no trabalho. Isso nunca tinha acontecido. Então um de seus colegas a chamou para um happy hour. E sem a Soft Voice, ela aceitou. Ollie, Samira e Georgie estavam lá também. Nunca tendo bebido antes, Lydia pede por um copo de leite, mas logo os colegas do trabalho a oferecem álcool e ela começa a beber. Durante a bebedeira os amigos se divertem, conhecendo um pouco mais de Lydia, e eles até falam sobre viajar juntos para Cuba.

Temos então Lydia procurando pela Soft Voice, vagando pelas ruas e chorando. Em pânico, sentindo-se culpada e com medo da morte, Lydia chama pela Soft Voice, pedindo desesperadamente para ela voltar. “Eu não sei o que fazer, eu não tenho as respostas para nada”, diz Lydia.

Lydia estava perdida sem a Soft Voice, porque a Soft Voice sabia de tudo. “Quão boa a vida de Lydia tinha sido com a Soft Voice”, diz a narradora, “mas agora, eu entrei. Meu nome é Dark Voice”.


Tradução & Adaptação: Equipe Naomi Scott Brasil